Arrepios, medo, frio e ansiedade. Tênue linha entre necessidade e esperança. Há nem tanto tempo vieram e destruíram o órgão dos sons, o órgão do amor. Em meio a tantos estalos, recomposição, como a Fênix de suas cinzas, naturalmente socorreu-me.

Imerso em sonhos, imerso em vultos que talvez nem me pertençam. Seria sobriedade ou insanidade? O fio de esperança que ilude o adulto e encanta a criança, sussurros que amedrontam crianças e iludem adultos. Em meio a esse rumo de dor, mortes, sangue, cortes, operações, sonhos voltam a renascer.

Refloresceu a esperança de um caminho. Companhia, lealdade, amor, amizade, respeito e confiança. Será que o menino perdido poderia recuperar os seus sonhos há tanto abandonados?

Perdeu-se grande parte de sua cultura; não há mais grandes vocabulários ou intensos sentimentos. Porém, assim como o mundo possui 4 estações e, após o inverno, as flores voltam a nascer, será que seria possível? Será, será?

Eu só sei que de nada sei.

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