A queda do álcool

Espírito abisso que devora-me,
Não adianta há como antecipá-lo,
Sempre irá achar-me.
Contudo, se não há como desviar de ti, há como lidar contigo.

És um fétido, putrefato,
Possuis o dom de gerar o ódio, a cólera,
Os piores sentimentos.
És odiado e, devido a isso, és dos mais amados.

Controlar-te-ei até o fim,
Não irei sucumbir devido ao seu líquido podre,
Que corrói, que mata, que desintegra.
Farto estou dos seus efeitos,
psicológicos e físicos.

Por mais que a raiva corroa,
Que o ódio seja hediondo,
Enquanto há bondade no coração,
Há o caminho da beleza e da arte.
Por isso, você perdeu.

 

LoversKey

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